sexta-feira, 20 de abril de 2018

Haveria uma civilização anterior à nossa no sistema Solar?

Os cientistas levantam a possibilidade de que uma espécie tecnológica possa ter existido em algum lugar no nosso sistema Solar antes de ocuparmos a Terra.

Uma das questões mais difíceis sobre a quantidade de Astrobiologia é se existe, em algum lugar do nosso Sistema Solar, remanescentes de alguma forma de vida extinta.
Alguns cientistas como o astrofísico da Universidade da Pensilvânia Jason Wright, membro do Centro de Exoplanets e mundos habitáveis, até mesmo considerar uma espécie tecnológica pode ter existido no nosso sistema planetário numa época anterior ao surgimento dos humanos na terra.

Já em 2016, Wright publicou um artigo em que discutia onde seria melhor procurar os sinais tecnológicos deixados por essa civilização hipotética.
Outros astrônomos, entretanto, sugeriam a procura "faróis" e "light" nos objetos de Cinturão de Kuiper que poderiam servir como evidenciass da existência de tecnologias e, portanto, de civilizações, estrangeiras.

Para Wright, o mais óbvia para o desaparecimento de uma espécie tecnológica anteriormente à nossa seria "um cataclismo, seja um evento natural, como um impacto de um asteróide com capacidade extinção, ou auto-infligidas, como uma catástrofe climática global".
Para o pesquisador, se estivéssemos falando de uma espécie com capacidades espaciais que haviam sido estabelecidas no Sistema Solar, um único evento não teria sido suficiente para fazê-lo desaparecer.
Na verdade, a espécie extinta única permanentemente se tivessem dado muitos cataclismos em todo o sistema Solar espaçados no tempo (como causando um enxame de cometas ou talvez uma guerra planetária) do sistema ".

Outra possibilidade é que os assentamentos daquela civilização não tenham sido completamente auto-suficientes e dependessem de suprimentos do exterior que, após a catástrofe, parassem de chegar.
"Alternativamente", diz Wright, "uma explosão de raios gama próxima ocorreu inesperadamente, ou uma supernova também poderia produzir um cataclismo que afetaria todo o sistema".

Pesquisar artefatos

Do ponto de vista estritamente científico, diz o pesquisador, é perfeitamente razoável perguntar se a vida existiu no nosso sistema planetário, ou se ainda existe hoje.
A questão, cada vez mais, está se tornando a principal razão de ser das agências espaciais como a NASA.
Grande parte do trabalho de pesquisa, no entanto, está se concentrando na localização da vida microbiana ou, na melhor das hipóteses, na falta de inteligência. 

Para Wright, os artefatos tecnológicos, se existissem, seriam muito mais fáceis de encontrar.
De fato, se alguma vez uma espécie tecnológica antes da nossa, talvez espacial, surgisse no Sistema Solar, essa espécie poderia ter produzido artefatos ou outros sinais tecnológicos que teriam sobrevivido até hoje.
Procurar por esses artefatos em vez de micróbios seria, para Wright, uma forma potencial de resolver de uma vez por todas a grande questão da Astrobiologia.
No caso de Vênus, por exemplo, a chegada de um efeito estufa global e a possível reestruturação de sua superfície poderiam ter apagado todos os vestígios da vida anterior. 

Na mesma terra, diz Wright, erosão e, em última análise, as placas tectônicas teria sido capaz de apagar todas as evidências da civilização, se nossa espécie surgiu e se desenvolveu alguns milhões de anos atrás.
Portanto, possíveis sinais de tecnologias de civilizações anteriores à nossa, que seria extremamente antiga, só podia ser encontrado em um número limitado de lugares no sistema solar, como sob a superfície de Marte ou a lua ou qualquer um dos inúmeros Sistema de corpos Exterior solar.

ABC

Não seria muito difícil, obter ou encontrar esses artefatos, se o governo Norte Americano abrisse ao público a verdade sobre Roswell entre outros inúmeros casos onde essa tecnologia não terrestre capturada pelos militares ao serviço da inteligência.
Roswell, Aurora, entre muitos outros casos de objetos caídos na Terra, recolhidos para estudo e desenvolvimento de geo engenharia.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Paulo Jorge Comelli no Jornal - Região - Oeste

SERRA DE MONTEJUNTO- QUE MISTÉRIOS ENCERRA?


Paulo Cosmelli nasceu em Lisboa, em dezembro de 1964, mas residiu ao longo de toda a sua vida no Cadaval, vila onde tem a família e boa parte dos amigos. Aos 12 anos teve o seu primeiro avistamento OVNI em São Jorge ( Batalha) e aos 14, testemunhou aquilo que diz ter sido “um grande avistamento OVNI sobre Leiria, que deixou toda a cidade completamente às escuras e que demorou aproximadamente 32 minutos. 
Desde então, dedicou-se ao estudo e pesquisa destes fenómenos. 
Em 1991 ficou como representante em Portugal da Associação Nonsiamosoli, organização presente em 23 países e que investiga o fenómeno OVNI, bem como o fenómeno do contactismo, entre outros. 
Em 2009 passou a ser conselheiro editorial da revista UFO e no mesmo ano criou a CEBIUFO ( Centro Europeu e Brasileiro de Investigação UFO). 
Desde 1991 que dá conferências e palestras sobre estas matérias. 
Ao longo destes 35 anos dedicados à investigação, também estudou de perto algumas das pessoas que se dizem contactadas por seres extraterrestres e as suas mensagens e acredita que o objetivo da sua carreira enquanto investigador nesta área, é ajudar a humanidade a encontrar respostas para as perguntas: “ Quem somos? De onde viemos, para onde vamos? Estaremos sozinhos no universo?"


ASerra do Montejunto é um dos locais de culto para os apaixonados por ovnilogia, e é lá, que segundo Paulo Cosmelli “temos os melhores, os mais estudados e mais credíveis relatos de observação OVNI”. 
O célebre contacto do Comandante Júlio Guerra, então Tenente Piloto-Aviador e Instrutor da Força Aérea Portuguesa, que durante um voo de treino viu um OVNI de forma circular, durante mais de 20 minutos faz parte de um dos muitos casos a que deu especial atenção, tendo-se dado ao trabalho de conferir relatórios, reunir depoimentos, entre eles, os mais importantes, o relato de Júlio Guerra: “O OVNI subiu subitamente para 1500 pés de altitude, precisamente a altura em que me encontrava.” O então piloto da Força Aérea diz ainda que “se tratava de um objeto que parecia uma imensa bolha de mercúrio, constituída por dois hemisférios, sendo o inferior de cor avermelhada, metálica e brilhante. Teria cerca de dois metros de diâmetro.” 
Segundo este relato, o OVNI teria feito acelerações incríveis, impossíveis de fazer por qualquer nave tripulada por humanos. Feitos os cálculos, o aparelho ter-se-ia deslocado a uma velocidade superior a 2.500 Km/h. 
Foram então testemunhas, para além do Tenente Júlio Guerra, os alferes Carlos Garcês e Costa Gomes, dado que ao ouvirem o relato via rádio saíram da base Aérea da Ota e dirigiram-se com o seu avião para o local de observação do objeto. 
A dada altura, Júlio Guerra terá apontado o nariz da sua aeronave, em rota de colisão com o OVNI, para ver a reação deste. 
Mas antes da inevitável colisão, o aparelho misterioso, ter-se-á subitamente desviado. Depois de tentar interceptar o OVNI, Júlio guerra descreve o movimento do mesmo, fazendo uma curva a grande velocidade para sudoeste, perdendo-se assim da vista dos três pilotos. 
O incidente ocorreu a 2 de novembro de 1982, entre as 10h50 da manhã e as 11h15. 
Alexandre Tavares, tem 53 anos e vive na Arrifana perto da Serra de Montejunto, no dia 24 de outubro 2017 – terça-feira, estava à espera de um primo, entre as 06h44 e as 06h48, viu algo que lhe pareceu ser um avião por cima da Serra de Montejunto. O aparelho estava parado o que contradiz tudo o que conhecemos sobre aeronáutica. O Alexandre notou também que o mesmo aparelho estava cheio de luzes que andavam à volta desse objeto. 
Notou ainda que aquele objeto tinha a forma duma elipse e estava a oscilar na vertical e horizontal, com pequenas deslocações para cima e para baixo e para os lados. 
Após cerca de quatro minutos com estes movimentos, inclinou-se para o lado esquerdo e ficou encoberto, visto ter sido quebrada a linha de visão com uma casa na Arrifana. 
Para esta testemunha, aquele OVNI deveria ter uma magnitude visual de 15 mm de diâmetro e estaria na vertical da Serra de Montejunto. 
Durante o tempo que foi visível o OVNI a cerca de 45º graus de declinação e na vertical da Serra de Montejunto. 
Ainda no Montejunto, onde se encontra uma das mais importantes instalações militares de Radar, tiveram lugar manifestações, dentro e fora da Base, descritas por Heitor Morais, então militar de serviço aos radares. (caixa)Heitor Morais relata um contacto em 3ºgrau nessa Base, e até registos nos radares de avistamentos como o de uma esquadrilha de quatro caças F-84G que vinha de Córdova (Espanha) para a Base Aérea da Ota em Portugal, a 4 de Setembro de 1957. 
Faziam então um voo nocturno de rotina que o Capitão Lemos Ferreira comandava. “A 8.500 metros de altitude, viram uma esfera que reduziu de tamanho umas 20 ou 30 vezes, ficando num pequeno ponto de luz. 
Pouco depois, observaram uma forma semelhante a um charuto na vertical, ligeiramente curvado de cor amarelo-avermelhado, que passou à esquerda da esquadrilha. 
Dois pontos luminosos destacaram-se do objecto em forma de charuto e juntaram-se mais dois, perfazendo quatro. 
Tinham forma esférica e as suas posições variavam. 
Tudo isto demorou cerca de 25 a 30 minutos”, diz-nos Paulo Cosmelli no seu livro Ovnilogia - Desafio para a Ciência do Século XX. 


A Serra do Montejunto, incluída no chamado “Monte da Lua”é palco de muitas lendas e eventos sobrenaturais.

Mas também surgem histórias infundadas a partir de episódios pouco claros e mesmo misteriosos. 
Foi o caso da descoberta dos esqueletos no Algar do Bom Pastor. 
Face a um repentino e silencioso fecho da gruta, houve quem tentasse adivinhar as razões pela qual as autoridades competentes haviam optado por selar a entrada para aquele mundo subterrâneo. Hipóteses foram aventadas e chegou mesmo a falar-se da descoberta de corpos extraterrestres. 
Todavia, Diogo Abreu, geógrafo e desde sempre ligado à espeleologia, tendo inclusivamente sido Presidente da Federação Espeleológica de Portugal, é peremptório ao afirmar, que nenhum corpo ou que que restava dele, presente no algar, tem alguma coisa a ver com seres alienígenas e afirma terem-se tratado apenas de esqueletos do neolítico. 
Face a este episódio, Paulo Cosmelli alerta para o cuidado que é preciso ter para analisar caso a caso. 
“Há muitos casos credíveis, mas há muitos mais que não o são. 
É preciso ter sentido crítico e saber separar o trigo do joio.” 
E sobre os casos credíveis acrescenta: “ Tenho a certeza de que o Vaticano tem muitas respostas para o fenómeno OVNI e os seus «pontos-quentes». 
Pena é que os Arquivos Secretos do Vaticano, de outros governos europeus e do mundo não estejam ainda abertos”. 


Ufo Portugal na TV Japonesa com Paulo Cosmelli "Fátima e o fenómeno OVNI de 1917" 

Um dos últimos trabalhos de Paulo Cosmelli para televisão foi a sua participação num documentário inédito para um canal de televisão do Japão. 
O documentário procura divulgar o fenómeno OVNI naquele país. 
As gravações do documentário tiveram início em Novembro de 2015, e pretende fomentar a discussão em torno de "Fátima e o fenómeno OVNI de 1917. 
Yoshio Chimoto realizador e responsável por este documentário leva ao seu país um dos casos mais enigmáticos da história mundial quer no seu conceito religioso, quer através de uma interpretação mais científica, abordando o fenómeno OVNI. 

Sobre as Aparições Marianas, outro mistério da fé, Paulo Cosmelli, revela que não tem dúvidas de que a senhora sobre a azinheira, não seria de todo, a senhora que a igreja nos “vendeu”

“Há registos da época, compilações de relatos manuscritos, pelo Padre Formigão, e posteriormente passados para letra de imprensa, de que a senhora que apareceu aos pastorinhos era uma jovem com cerca de 12, 13 anos, não trazia um terço, mas sim uma espécie de corrente, não estava vestida com um longo vestido branco, mas com outro mais curto, preto, e não tinha um manto sobre a cabeça. 
Mas aproximá-la a outras imagens que já existiam de Maria, tendo em conta, até, os costumes de indumentária da época, foi um truque bem-sucedido para dar à aparição o cariz religioso que se pretendia. A mesma contestação pode ser feita ao chamado Milagre do Sol. 
Muito provavelmente, o que as pessoas viram naquele dia foi uma nave em forma de disco e não outra coisa.” 

Versão de imprensa

À parte os mistérios, uma coisa é certa: “Há mais entre o céu e a terra do que nos permite saber a nossa vã filosofia”.

Texto: Ana Cristina Pinto

Fotografia: Paulo Cosmelli/ Internet

Artigo publicado no Jornal Região Oeste

www.facebook.com/JRO-Jornal-Região-Oeste

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Quando São Bartolomeu de Messines falou com Marte ( e o Caso do Algoz)


Era messinense, chamava-se Joaquim dos Reis Varela e ficou conhecido como “o português que falava com os ET”.
Do Penedo Grande até Marte, a curiosa história deste pioneiro que buscava os céus procurando uma resposta para a pergunta mais antiga da Humanidade: estamos sós no Universo?

Desde sempre a Humanidade se tem interrogado sobre o seu lugar no Cosmos e debatido uma e outra vez a mesma questão: estamos sós no Universo?
O relato do avistamento de um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) em S. Bartolomeu de Messines, publicado pelo Terra Ruiva na edição anterior ( maio 2017), suscitou as reações habituais nestes casos, que alternaram entre a curiosidade e o gozo.
Mas o que muitos não saberão é que foi aqui, em S. Bartolomeu de Messines, que, pela primeira vez em Portugal, se realizou a primeira vigília de observação de OVNIs e tentativa de contactar com extraterrestres.
Aconteceu a 20 de dezembro de 1914 e foi um evento organizado por um dos maiores entusiastas do fenómeno do seu tempo: Joaquim dos Reis Varela – “o português que falava com os ET”, como ficou conhecido.

Ao que se sabe, o interesse de Joaquim dos Reis Varela pela comunicação entre os planetas terá começado muito cedo. Lia tudo o que saía na imprensa de então e procurava nas escassas bibliotecas existentes o que encontrava sobre o assunto.
No dia 20 de dezembro de 1914 subiu ao cerro do Penedo Grande, com um grupo de amigos, tentando comunicar com seres de outros planetas. Ao que relata, terá tido contactos, através de sinais luminosos, uns azuis, outros verdes, que seriam provenientes de Úrano e Mercúrio.


A imprensa divulgava as ideias do messinense, embora fosse frequentemente alvo de chacota
Nos anos seguintes, irá prosseguir com as tentativas de contactos com seres de outros planetas, seres de inteligência superior, dos quais os mais evoluídos seriam os marcianos, como escrevia.

Joaquim dos Reis Varela

Joaquim dos Reis Varela não teria grande educação formal, seria um autodidata, mas escreveu e publicou no jornal “Voz do Operário”.
E em 1930 fundou um jornal chamado “A Luz do Progresso” que descrevia como “órgão oficial do serviço de comunicações interplanetárias” e publicou ainda dois livros sobre o tema.
As suas teorias tiveram bastante eco na imprensa, particularmente no jornal “O Século”, sendo muitas vezes ridicularizado.
O que não o demoveu de continuar a divulgar as suas ideias, incluindo às Academias de Ciências de Lisboa, Paris, Roma, Copenhaga e outras, “convidando-as a enviar aqui os seus delegados”, como escreve. Pretendia que as suas visões e teorias pudessem ser confirmadas pelos cientistas e que os próprios pudessem verificar os sinais que “partem dos habitantes de Marte e Urânio, e mais dois, que não acho razoável divulgar por enquanto”.

“Trabalho há dois anos para poder anunciar ao mundo culto, sinais demonstrativos da existência de uma vida superior ao nosso sistema solar, visíveis à vista desarmada.”, escreve numa comunicação enviada à imprensa e a uma grande parte das academias científicas do mundo.
Nunca ninguém o visitou, como tanto pretendia este messinense.
Terá desistido desta sua demanda, ou falecido, não se sabe ao certo em 1931, teria 39 anos. O seu interesse por esta temática teria nascido em Moçambique, onde passou algum tempo. Ao regressar terá estado algum tempo por Lisboa, sozinho e sem dinheiro até encontrar emprego numa farmácia, em Paço de Arcos.
Só mais tarde regressou para Messines.
Noutra versão da sua biografia, terá vivido algum tempo em Lourenço Marques, de onde regressou sozinho, aos 19 anos, com 1$18 no bolso, ( 1 escudo e 18 centavos, cerca de 25 euros).

(Matéria extraide do livro Portugal Insólito do Prof. Joaquim Fernandes).
Mas sabe-se que tinha 22 anos quando subiu o Penedo Grande com os amigos para iniciar o estudo e as tentativas de comunicação interplanetárias. O que faz dele um pioneiro e uma referência.

Muitas décadas mais tarde, as vigílias para observação dos céus continuam.
A próxima Vigília Nacional do Fenómeno OVNI terá início às 18h do dia 25 de agosto de 2017, terminando à meia noite de 27 de agosto.
O local será em qualquer ponto do território nacional, o objetivo é que os participantes vigiem o céu e se observarem “algo de extraordinário ou anormal” que tirem o máximo de apontamentos e de imagens e que façam chegar esse material à UFO Portugal.

OVNIS no mundo
Desde a Antiguidade que há relatos de luzes estranhas que são avistadas no céu. Em Portugal, há relatos de luzes e objetos estranhos nos céus que datam do século XVII.
É nos anos 40 do século XX que surge o termo “disco voador” e são imensos os relatos de avistamentos.
A ciência tem vindo a descodificar a esmagadora maioria desses fenómenos mas continua a existir uma pequena parcela de acontecimentos misteriosos / inexplicáveis (ou por explicar), que alimentam a curiosidade.
Em média são comunicados 20 alertas por mês, mas apenas 1 ou 2 são inexplicáveis ou a sua explicação demora a surgir.
Mas sabe-se que muitos casos não são reportados, ou porque as pessoas receiam o ridículo, ou porque não atribuem importância ao que viram, sendo frequente que o façam após ouvirem outros testemunhos.

O Caso de Alfena
Em Portugal, o caso mais importante de avistamento passou-se a 10 de setembro de 1990, em S. Vicente de Alfena, no Concelho de Valongo. Dezenas de pessoas avistaram um OVNI durante cerca de 50 minutos, ora imóvel ora em movimento e existem quatro fotografias do objeto que se assemelha a uma tartaruga.
As imagens foram enviadas para a NASA e foram consideradas autênticas. Este caso foi considerado inexplicável e está incluído no episódio 4 do documentário “Histórias de OVNIs”, do Canal National Geographic.
Casos envolvendo a Força Aérea também estão na lista dos “sem explicação”, como o famoso “caso da OTA”, de 1982, quando um avião da Força Aérea foi perseguido por um OVNI e o sucedido foi reportado oficialmente.

O Caso do Algoz
«Era a madrugada de uma quarta-feira. Carlos Sabino, 25 anos, alfaiate, ía para casa, quando a 1 km de Algoz avistou um pouco à frente, a parte de cima de um objecto que se encontrava numa diferença de nível. À luz da Lua, conseguiu ver que dois indivíduos se movimentavam à volta do aparelho. Como achou bizarro, meteu-se entre os arbustos e ali ficou a observar. De vez em quando, via o tronco dos homens moverem-se de um lado para o outro, parecendo pessoas normais, não garante este pormenor, porque estava longe e era de noite. A certa altura, olhou para trás procurando o cão que o acompanhava e tinha fugido, quando pôs de novo os olhos na estrada, o objecto sem fazer o menor ruído levantava-se no ar: fazia lembrar dois pratos gigantescos colados. Subiu verticalmente e desapareceu atrás de uma elevação. Dirigia-se para casa, quando surgiu na sua direcção um facho de luz: deitou-se ao chão aterrado. Ao olhar de novo, o objecto desaparecia no horizonte a grande velocidade.
Fonte: “Diário de Notícias” 13/06/1960

OVNI em S. Bartolomeu de Messines


Na noite de 6 de maio de 2017, foi avistado em S. Bartolomeu de Messines um objeto em forma de “y”, que emitia várias luzes de cor. O fenómeno foi reportado à UFO Portugal e noticiado pelo Terra Ruiva (edição de abril de 2017). Depois de uma análise às várias possibilidades, a UFO Portugal continua a considerá-lo como “Objeto Voador Não Identificado”, acrescentando que, na mesma noite, um fenómeno com as mesmas características foi visto em Vilamoura e Vila Nova de Famalicão.
Nos muitos comentários que a nossa notícia recebeu, principalmente nas redes sociais, embora o ceticismo seja dominante, surgiram também relatos de pessoas que já passaram por experiências ou que assistiram a fenómenos que não conseguiram explicar.
Se observar algo nos céus que lhe pareça interessante, uma das possibilidades é contactar quem se dedica ao estudo desses fenómenos.

Texto: Paula Bravo

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Avistamento de OVNI por Contramestre da Marinha Mercante Portuguesa ao regressar a Portugal


Matéria muito interessante, partilhada pelo Sr. Rui Palmela, num evento testemunhado pelo seu próprio pai.

Rui: Hoje vou contar uma história verídica que se passou com o meu próprio pai quando era Contramestre da Marinha Mercante. 

Foi por volta de 1985, quando numa viagem de regresso do Norte de África, rumo a Portugal, meu pai vinha de serviço à ponte de leme durante a noite no barco “Litoral”.
A meio caminho, viu uma luz muito brilhante no céu estrelado que lhe chamou a atenção e pensou que fosse um avião, mas de repente ela começou a deslocar-se duma forma estranha e meu pai mudou de ideias.  
Viu então a luz aproximar-se e a aumentar de tamanho até que parou a certa distância sobre o mar, projectando um feixe de luz esverdeada sobre a água.  

O disco luminoso acompanhou o barco durante vários minutos e depois se posicionou por cima deste sem emitir qualquer ruído e sim um 'zumbido',  iluminando todo o convés  e de repente  disparou a grande velocidade deixando um risco luminoso no céu desaparecendo na linha do horizonte.

Este foi um caso testemunhado pelo meu próprio pai que um dia me contou isto numa conversa casual sobre ovnis que são vistos diariamente no mundo inteiro. 
De resto ele nem sabia nada sobre isso, pois não lia nada a este respeito e até temia falar sobre o assunto, pois não fossem julgar que ele tinha bebido alguma coisa ou estava com visões.  

Mas não foi só daquela vez que meu pai teve uma experiência ovniológica. 

Numa outra altura, quando fazia o percurso do Porto de Leixões para Setúbal, durante a noite, também observou 4 ovnis que se deslocavam formação em cruz a determinada altitude, emitindo várias cores à medida que se deslocavam.
O meu pai disse que foi uma coisa linda de se ver.

Rui M Palmela

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Luz azul intriga residentes na Inglaterra


Duas misteriosas luzes, foram observadas em Buckinghamshire e Oxfordshire às onze horas da noite passada 4 de Abril.

As duas luzes despertando curiosidade e medo em algumas pessoas.
Diversas testemunhas deste episódio, revelam que as luzes estavam sobre as nuvens.

Eram duas luzes enormes que faziam lembrar um par de olhos, dizem algumas testemunhas.

As luzes foram visíveis por dois minutos aproximadamente e era notório ver o seu movimento entre as nuvens.
Ambas as cidades separadas por 26 milhas, tiveram a mesma observação.

Nas redes sociais algumas das testemunhas sem nunca se terem visto, conhecerem, descrevem exatamente o mesmo fenómeno.

Será caso para se aguardar, ver a reacção da imprensa britânica sobre este tópico.
O mesmo em aguardar que as testemunhas libertem fotos ou vídeos do fenómeno para melhor apreciação dos factos.

Apos consulta da imprensa, alguns astrónomos acreditam ser o reflexo de luzes de alguma festa com projector que refletia sobre as nuvens, como também aeronaves da RAF a operar na área sendo visível em ambas as cidades.

Porém as muitas testemunhas não ficaram convencidas dessa explicação contestando a ausência de ruído como também a inexistência de qualquer evento festivo.
Ficam as dúvidas no ar.

Seja como for, não podemos alegar as luzes como sendo de origem extraterrestre!
Algo está no céu refletido ou se expandido sobre as nuvens!
Só não sabemos o quê?

07/04/2018
Actualização

Fenómeno identificado.
Uma câmera de segurança, terá registado o misterioso fenômeno da luz azul no céu de Oxfordshire e Buckinghamshire.
Um comboio terá sido a causa de todo este mistério ao projetar a luz para o céu.
Ainda se desconhece os motivos ou intenções por parte da companhia ferroviária ao projetar esta luz.



segunda-feira, 2 de abril de 2018

Fenómeno ovni no Algarve, por Dr. Luís Lourenço

Nesta secção iremos narrar alguns casos ocorridos no Algarve.

É importante referir que, seja em que região for, em Portugal ou no mundo, existem casos que não são reportados às autoridades seja porque as testemunhas não dão demasiada importância ao assunto, seja porque têm medo do ridículo, seja por outra razão qualquer.
Pessoalmente conheço diversos em que isso acontece: as testemunhas “retraem-se” até porque muitas vezes aquilo que viram podia não ser necessariamente uma nave extraterrestre mas sim algo que ficou apenas no plano do “não identificado” o que já não é pouco. Por ser algarvio, dei prioridade, nesta secção, a casos ocorridos no Algarve.
Os casos são extraídos do livro Ovnis em Portugal (1978) de Joaquim Fernandes da editora Nova Crítica, Porto.

Algoz, Concelho de Silves 10/06/1960

O Sr. Carlos Sabino, alfaiate de profissão, dirigiu-se a Algoz, como era seu costume, assistir à emissão de televisão, que poucas pessoas possuíam na altura, sendo mais comum existir nos sítios públicos: sociedades recreativas e cafés. Despreocupado com as horas na conversa com os amigos, quando deu por si já eram três e meia horas da madrugada e pôs-se a caminho de Silves. Acompanhado por um cão, de nome “Filipe”, fez-se à estrada naquela noite de Lua Cheia.
No sítio de Peras, a pouca distância da povoação, viu o que a princípio supôs ser um automóvel.
Logo se alarmou devido à intensa luminosidade que se desprendia do objecto, um disco voador, e agachou-se, cheio de medo atrás de uma moita, observando as manobras de seis pequenos humanóides, «homúnculos» como lhes chamou o Diário de Notícias do dia 13/06/60, à volta do aparelho. Quanto ao “Filipe”, o rafeiro que o acompanhava, “fugiu a bom fugir!”, assustado com o que presenciara.
Minutos depois o estranho objecto elevou-se na vertical e desapareceu. Carlos Sabino aproveitou essa oportunidade para correr para casa, mas a cerca de 50 m da sua habitação foi novamente surpreendido por um objecto voador, talvez o mesmo, que vasculhava o solo com um feixe de luz intensa, finalmente, o objecto desapareceu para não mais voltar.
Durante muito tempo as pessoas da região comentaram esta estranha história, até porque, segundo diziam, Carlos Sabino, sempre se mostrou uma pessoa séria, “amiga da verdade” e, inclusive, nunca gostou de desenvolver muito o assunto acerca do que vira naquela noite.
O seu pavor era real e foi testemunhado por muita gente.

Rio Alvor, Concelho de Portimão
Agosto de 1976

João Marçano, pescador, e Jorge Vidal Marçano, estudante, remavam na Ria de Alvor, ao romper do dia, quando viram surgir um estranho objecto que ao deslocar-se emitia um zumbido, sendo esse zumbido o que primeiro lhes chamou a atenção.
O objecto deslocava-se de Noroeste para Este, tinha cor verde, forma de disco com diâmetro estimado entre oito e dez metros, encimado por uma cúpula e com “luzes intermitentes à volta”, deixava atrás um rasto de chamas.
O objecto deslocava-se a muito baixa altitude e dava a impressão de estar a contornar o terreno.
As testemunhas ficaram com medo à passagem do objecto e até baixaram-se no barco quando aquele passou por cima deles.
A duração total da observação foi de 20 a 30 segundos e terminou com o objecto a afastar-se a grande velocidade.

Praia da Quarteira 25/08/1976

Várias pessoas cujas identidades permaneceram anónimas referiram ter observado cerca da uma hora da madrugada do dia 25 de Agosto de 1976 um objecto luminoso que se deslocava a grande velocidade e a baixa altitude em direcção a sul nesta praia algarvia.
O OVNI, segundo disseram, apresentava muitas cores, sendo a mais frequente ou visível de todas, o vermelho e expelia jactos luminosos.
Depois da passagem do objecto voador, uma das testemunhas resolveu telefonar para o Aeroporto de Faro para indagar se havia ali conhecimento da aterragem ou descolagem de qualquer avião à hora em que o objecto foi visto.
Responderam que não, dado que as aeronaves que ali aterraram e descolaram o fizeram apenas até as 22 horas.

Alguns Casos Que Me Foram Relatados Pessoalmente

Uma senhora que conheço contou-me que viu um OVNI quando ainda era criança.
Era de aspecto metálico e tinha a forma clássica de disco com cúpula.
Vi que ela me descrevia aquilo que o Dr. Hynek chamava “objecto diurno” (é geralmente nesse tipo de visões que os objectos tendem a se apresentar “metalizados” sendo que à noite tendem a aparecer mais sob a forma de objectos luminosos).
Perguntei-lhe “você viu esse objecto de dia, não foi?” o que confirmou.
Ela tinha seis anos, viu o objecto e disse ao pai mas o pai não o viu a tempo ou não ligou. 


Teve que dar uma volta grande para entrar na quinta por causa de uma cerca e o objecto já não estava lá.
Perguntei-lhe se tinha deixado marca de aterragem.
Ela disse-me que sim e fez um reparo interessante: achou que o objecto era pequeno. Respondi-lhe que o tipo de nave que ela viu – o clássico objecto discóide, comum em 38% das observações segundo o Catalogo Poher (Scornaux e Piens, 1978) costuma ser de pequenas dimensões pois são, ou parecem sugerir, naves de reconhecimento; distinguem-se das “naves-mãe” das quais, por vezes, são vistos a sair, e que, geralmente, apresentam-se cilíndricas ou em “forma de charuto” sendo por isso frequentemente chamadas na ovnilogia de objectos em forma de charuto ou objectos-charutoides.
No tempo dela, e isto foi outra observação interessante que ela fez, utilizava-se pouco a palavra ovni. “As pessoas usavam mais frequentemente a expressão disco voador”, realçou.
O objecto desceu para uma quinta perto da casa deles e ela foi ver.

Numa das circunstâncias citadas acima uma senhora, mãe de um amigo meu, o seu marido, já falecido, entretanto, e amigos viram discos voadores.
Digo “discos voadores” porque em duas dessas circunstâncias os objectos TINHAM MESMO a forma de discos ou, como a senhora (não vou citar o nome dela) disse “pratos”.

Ela viu OVNIs em, pelo menos, três circunstâncias diferentes e da primeira vez o seu marido não acreditou nela pois não tinha partilhado a observação mas depois ficou surpreendido porque a notícia acabou por sair no jornal.
Em Portimão, a mãe e a irmã de um amigo meu viram, através da janela da sua casa, um objecto voador em forma de disco pairando por cima de um prédio vizinho e quase a aterrar em cima do mesmo.
Eram pessoas que nunca se interessaram muito pelo assunto dos OVNIs, antes e depois do acontecimento!
Estas são as verificações, que cada um pode fazer. 

Se nos interessarmos o suficiente pelo assunto, e se formos intelectualmente honestos, as pessoas sentem-se à vontade para nos contarem as suas observações ou experiências com OVNIs.
Elas não vão contar – e compreende-se o porquê! – a quem não quiser acreditar nelas, estiver predisposto a negar ou a fazer troça do assunto.
A “troça”, diga-se de passagem, é um mecanismo de formação reactiva. Significa que a pessoa que está a ser “espirituosa” sobre certo assunto está a deixar que o lado emocional tome conta do assunto.
No fundo, as supostas implicações do assunto a incomodam. 

Insisto em que existência de testemunhas reais e fidedignas permite que o fenómeno OVNI não possa ser encaixado na categoria dos boatos, rumores ou mitos urbanos, como o pretenderam certos autores que, no fundo, demonstram um conhecimento superficial da ovnilogia.
Tudo parece indicar, portanto, que “eles”, sejam quem forem e venham de onde vierem, andam aí (!) Existe “qualquer coisa”, há um fenómeno a ser estudado. Agora, resta saber o que é.

domingo, 1 de abril de 2018

OVNI: Mario Zagarra faz revelações importantes no Perú

Investigador peruano  Mario Zegarra  revela que durante décadas nos esconderam avistamentos e colisões de ovnis.

Peça para desclassificação do fenômeno no Perú

OVNI  no aeroporto de  Jorge Chávez , aqui perto das praias de  Lurín , em  Ventanilla  ou na tradicional  Costa Verde . Se assim como ele lê. Aqui apresentamos os 11 casos de avistamentos e colisões de  objetos voadores não identificados que o investigador de ovnis  Mario Zegarra assegura terem ocorrido não em Lima, mas por todo o Peru, mas por algumas razões têm sido escondidos da população desde décadas atrás e ao longo da história com fins desconhecidos.

Zegarra  assegura que esses arquivos foram zelosamente guardados na Direção de Interesses Aeropespacial da Força Aérea do Peru, agora (DINAE).
O seu trabalho na desclassificação do fenómeno fez inúmeras pessoas de diferentes países terem um grande acesso sobre esses arquivos que por sua vez ajudaram a levantar este segredos de Estado.


OVNI NO AEROPORTO

Entre os 11 casos destaca o "00009" em que relata o pouso de três ovnis ao lado da pista do Aeroporto Internacional Jorge Chavez, em 1999.
Numerosas testemunhas aeronaves comerciais testemunharam que viram ovnis, já os militares impediram que fosse realizado qualquer contacto com a imprensa.
Alguns tiraram fotografias que foram apreendidas e teria até mesmo algumas delas ido parar nos arquivo dos Estados Unidos e nunca mais voltar ao Peru.

OS MIRAGE E O OVNI DA COSTA VERDE

Em 1978, perto da praia de Pescadores de Chorrillos, na tradicional Costa Verde, no meio da ditadura militar de Morales Bermúdez, dezenas de pessoas assistiram a dois aviões Mirage a perseguirem dois  OVNIs  por 15 minutos.
Acidentes com OVNIs também foram relatados em Lurin em 1971, segundo o caso "00002".
Outra colisão em Callao em 1980 e um ano depois a FAP teria recuperado os restos de um OVNI ovóide no distrito de Ventanilla, próximo de uma refinaria.

OUTRAS COLISÕES

Também foram registados casos de avistamentos de  OVNIs  em 1952, fotografados por Domingo Trigoso em Puerto Maldonado. Este caso deu a volta ao mundo, mas as fotos foram confiscadas.
Também em 1967, o Capitão Oswaldo Sanvitti avistou vários OVNIs enquanto tripulava um avião comercial da Faucett. A sua tripulação também viu o objecto, mas toda a tripulação foi intimidada para desacreditá-lo incluindo pilotos.

OVNI DE SANTA MARIA

Um dos casos mais emblemáticos é o do piloto de Santa María, o caso La Joya em Arequipa em 1980, quando o militar perseguiu um OVNI por quase uma hora e disparar vários mísseis contra ele.
Quando já estava aposentado, Santa Maria deu várias palestras revelando o seu extraordinário encontro com esse objecto que viajava a velocidades inimagináveis ​​para a compreensão humana.

GOVERNO DE HUMALA SALVO

"Porque eles escondem coisas de nós, no governo de  Ollanta Humala?
Apresentei documentação para desclassificar estes arquivos que são de natureza pública para despertar a consciência do público e abrir os olhos da humanidade sobre este fenômeno global, a população deve saber mais sobre os seus direitos civis à informação,  havia respostas oficiais na época, mas um cidadão mexicano chegou e pegou os documentos do DINAE como se nada ", fosse Mario Zegarra .

Fonte

Mario Zegarra tem sido um dos maiores activistas no país a pressionar o seu governo a libertar, desclassificar arquivos sobre o fenómeno OVNI através de informação dos direitos do cidadão ao acesso aos arquivos daquele país.


sábado, 31 de março de 2018

Caso Lady Snippy


Nesses últimos dias, casos de mutilações de animais volta a ocorrer! Não acredito que nenhum deles tenha algo ligados a Ufologia! Pelo menos esses mais recentes.
Um dos casos mais impressionantes é o Caso Lady Snippy! Vamos a matéria.
Em 7 de setembro de 1965 ocorreu um dos mais impressionantes casos ufológicos já registrados. O episódio envolve a morte misteriosa de uma égua de três anos de idade, da raça Appaloosa, em um pasto de uma fazenda na região do Vale de São Luiz, no estado do Colorado, nos Estados Unidos. A fazenda situa-se a 20 milhas (32 Km) a nordeste de Alamosa, aos pés de Mount Blanca.

Na manhã da fatídica data, a égua não voltou do pasto, como de costume. Os donos logo notaram a ausência do animal e preocupados começaram a procurá-la. Dois dias depois, em 9 de setembro, o animal foi encontrado morto em uma clareira em um bosque, a menos de um quilômetro da sede da fazenda. Seu corpo estava mutilado. Estava descarnado do pescoço até a cabeça e não havia quaisquer sinais de sangue, luta ou rastros no local. O osso do pescoço e da face estava limpo evidenciando um trabalho preciso e limpo. O resto do corpo do animal estava intacto. No que restou do corpo não havia indícios de sangue. Todavia foi verificado uma substância semelhante ao alcatrão embaixo dos ossos do pescoço e do crânio. A carne do animal apresentava-se rosada, como se tivesse acabado de ser cortada.

Achando tudo muito estranho e ainda assustados com o ocorrido, os donos resolveram fazer uma inspeção nos arredores na tentativa de encontrar alguma pista sobre os autores da morte do animal. Próximo à carcaça não havia nenhum rastro perceptível. Entretanto, a alguma centena de metros do local, havia uma marca circular, se grama achatada, com seis pontos de penetração idênticos entre si, de posicionamento simétrico, idêntico ao que verifica-se em casos de pousos de OVNIs pelo mundo afora. Estas marcas tinham 5 cm de largura por 10 cm de profundidade. O círculo interno tinha aproximadamente 1 metro de diâmetro

Durante a inspeção também encontraram os rastros deixados pela égua. Eles estendiam-se por onde ela havia caminhado e terminava abruptamente a 30 metros do local onde foi encontrada morta. Entre o fim das pegadas e o local onde o corpo estava não havia marcas definidas.

Posteriormente, verificaram que o cérebro e o coração do animal estavam ausentes e dias depois o animal começou a desprender um forte cheiro de formaldeído. Os ossos do pescoço e do crânio, depois de alguns dias, adquiriram uma coloração branca, como se tivessem sido submetidos a um processo de branqueamento.

Nellie Lewis e Harry King, donos do animal, tocaram em algumas partes da carcaça. Nellie segurou a crina do cavalo com as mãos e de imediato sentiu como se elas queimassem suas mãos. Mais tarde, através de contador geiger, foi constatado índices de radiação acima do normal tanto na carcaça quanto nas botas dos donos da fazenda.

Eles, de imediato, entraram em contato com o Serviço Florestal dos Estados Unidos que enviou um guarda florestal, Duane Martin, para investigar. Martin checou a área com contador geiger e identificou índices radioativos bem acima do normal na carcaça, nas marcas próximas e nas botas dos fazendeiros.

Posteriormente coletou informações de pessoas na tentativa de descobrir possíveis causas para a estranha morte. Uma das pessoas entrevistadas foi Agnes King, 87 anos na época, mãe do dono da fazenda, Harry King. Ela declarou que na noite de 7 de setembro, que seria a data presumida da morte de Snippy, observou um estranho objeto voador luminoso passar sobre a fazenda a baixa altura. Mais tarde descobriram-se outras testemunhas de aparecimento de OVNIs sobre a mesma região.

Três semanas após a morte de Snippy, o cadáver apresentava-se inalterado. Não havia sinais de decomposição. Não havia odores característicos. Animais carniceiros não se aproximavam da carcaça. Nos 24 meses seguintes nenhuma planta cresceu no local onde o corpo de Snippy foi encontrado.

Uma das pessoas que investigou o caso foi um patologista de Denver, que realizou uma autópsia no animal logo no dia seguinte. Por muito tempo ele permaneceu no anonimato por motivos profissionais, só se apresentando publicamente anos depois, no início dos anos 90.

Transcrevemos aqui um trecho de seu depoimento:
"(Quando tudo ocorreu) eu era jovem. Temia perder meu trabalho. Minha carreira terminaria ali se meus colegas soubessem que eu estava investigando estes fenômenos.

Quando eu me aproximei da égua vi que ela tinha um corte preciso, uma incisão limpa e vertical, nas bordas do qual havia uma cor escura, como se a carne tivesse sido aberta e cauterizada por um instrumento cirúrgico cauterizante, como um laser moderno. Mas, em 1967, não existia tecnologia para uma cirurgia laser como aquela. Quando, hoje em dia, cauterizamos para controlar o sangramento, a carne se mantém suave ao tato. Mas as bordas do corte daquela égua eram rígidas com couro endurecido. Retirei amostras dos tecidos destas bordas e, mais tarde, analisei-as ao microscópio. No nível celular havia descoloração e destruição consistentes com as mudanças causadas por queimaduras.



O mais assombroso era a ausência de sangue. Realizei centenas de autópsias. É impossível cortar um corpo sem que se deixe algum sangue. Mas não havia sangue nenhum na pele, no animal ou no solo. Diversos órgãos haviam sido retirados. Era uma dissecação incrível de órgãos, sem nenhuma evidência de sangue".


Jornal da época noticiando o fato

Os donos do animal observando os restos de Snippy logo após ter sido descoberto

Estado do corpo do animal quando foi encontrado


Mais uma ótima matéria do amigo Jackson Luiz Camargo.






sexta-feira, 30 de março de 2018

Avistamentos curiosos no céu nocturno de Cascais 'Hotspot'

Vários relatos de testemunhas oculares de fenómenos de luzes invulgares no céu nocturno, dentro e arredores de Lisboa, foram relatados ao longo dos últimos anos, provocando especulações sobre a origem de determinados fenómenos.

A atividade de luzes estranhas foram relatadas em diversas ocasiões...(6 de julho 2016) Shannon Parris, que vive em Cascais há seis anos, conta que viu algo de extraordinário, “uma das coisas mais bonitas” que alguma vez viu.
“Estava sentada na varanda com o meu marido quando vimos um grupo de luzes estranhas se movendo pelo céu.
Essas luzes surgiram inicialmente no Guincho frente a Cascais.
Descartei serem estrelas devido ao seu movimento, luminosidade, ponderei ser um enxame de insectos mas era muito improvável.


Uma amiga da Sra. Parris também testemunhou o respectivo fenómeno.

“Era uma coisa muito bonita, foi a primeira vez que vi algo parecido na minha vida ”, comentou.

Naquela mesma noite, um morador da Quinta da Marina, em Cascais, testemunhou uma ocorrência muito idêntica.
No entanto o UFO Portugal Network, recebia vários relatos que mencionavam avistamentos semelhantes no Porto e Lisboa semanas antes ao avistamento de Cascais.

Outra testemunha conta que: “Eu e dois amigos estávamos no jardim e vimos luzes no céu, que se moviam muito rápido mas não eram aviões.
Outro relato a 26 de junho, por um morador da Torre (Guia, Cascais), também descrevia a mesma actividade.

Um porta-voz do Parque Natural Sintra-Cascais (PNSC) disse que as luzes podiam ser "pirilampos", visto que os relatos são mencionados numa época do ano em que se faz sentir mais calor, estes insectos são mais activos com temperaturas altas.
Isto se estiverem a baixa altitude, podendo criar algum tipo de ilusão.

As testemunhas descartaram essa possibilidade, devido às sua luminosidade, altitude e velocidade.
O Instituto Nacional de Aviação Civil, na época também não conseguiu encontrar uma explicação para as estranhas e anómalas observações.


Desde então que as observações não param de chegar ao UFO Portugal Network, inclusive a grupos internacionais de investigação do fenómeno OVNI, solicitado algum apoio na obtenção de mais informações sobre estes avistamentos.

De mencionar também que muitos dos avistamentos reportados foram identificados... Apenas um em cada dez relatos, apresentava algum teor de mistério.

Ao longo dos anos os relatos tem sido reportados por residentes, turistas inclusive jornalistas e actores de TV na região de Cascais.
Se observou algo, partilhe connosco a sua experiência

quinta-feira, 29 de março de 2018

Objectos Voadores Não Identificado em S. Mamede de Infesta

Objectos Voadores são registrados em vídeo em plena luz do dia.

A testemunha e autor do vídeo Sr. Carlos Costa no dia 08/08/2017, regista algo da qual não encontra uma explicação procurando respostas para a origem daqueles artefactos misteriosos.

O mesmo referência " Pode até não ser nada de especial, mas alguém me pode dizer o que são ".



Balões em altitudes!
Aves!
Drones!
Aeronaves!

segunda-feira, 26 de março de 2018

Vídeo: Luz anómala avistada a sobrevoar Moita da Serra, Concelho de Tábua

Localização - Moita da Serra - Concelho de Tabua

Data, hora - 25/03/2018 - 20:25H

Testemunha - Anónimo

A testemunha que por motivos pessoais e profissionais, optou manter anonimato perante algo que não consegue explicar, ou não seja a pessoa em questão "testemunha" conhecedora de Ovnilogia e Astronomia.
A testemunha conta que viu uma luz fixa inicialmente, muito forte, branca com uma luminosidade superior a qualquer estrela visível e o seu comportamento de movimento ortodoxo lhe chamou atenção nesse preciso momento após se mover rapidamente.
Com o seu smartphone Samsung S4 realizou o registo dessa misteriosa luz que tanto se movia para trás como para a frente.
A testemunha menciona ausência de ruído durante tito a observação, como também a incapacidade do seu equipamento conseguir realizar qualquer captura em vídeo de estrelas ou aeronaves, o que conclui que o objecto luminoso não podia estar a grande altitude o que lhe pareceu naquele momento da observação.
O objecto estaria com movimento rápido surgido a Sul da sua posição seguindo sentido Norte.

Menciona também que em determinado momento o objecto luminoso se move com a velocidade de um avião a jato deixando de o ver.
Após observação averiguou que a Estação Espacial Não se encontrava visível no espaço aéreo nacional o que descartou de imediato, como também qualquer tipo de balão.
Menciona que o local é isolado, não existindo qualquer possibilidade de alguém manobrar um drone naquele local.
Satélites, Estações Espaciais não se movem para trás e para a frente!
A testemunha é conhecedora do fenómeno OVNI e de extrema confiança.
Referenciou o muro do seu portão de forma a se poder ter uma referência de distância e tamanho do objecto luminoso.



O relato foi reportado de imediato ao UFO Portugal Network, da qual procedeu a um alerta imediato através do seu Grupo no Facebook aos mais de 3000 mil associados para ficarem vigilantes ao céu sobre qualquer anomalia aérea, da qual sem muita informação algo foi visto também em Aveiro!

Portanto o UFO Portugal Network está a investigar esta situação e solicita o apoio da população.

Se viu ou registou o mesmo fenómeno reporte através do e-mail: ufo_portugal@sapo.pt

sábado, 24 de março de 2018

1954/2004 - Avistamentos na Europa e em Portugal

A França foi o país central nos avistamentos de fenómenos aéreos não identificados, durante esta vaga de 1954, que deu origem a vários trabalhos de investigação, dos quais destaco as
teorias ortoténicas de Aimé Michel, cientista francês que editou vários trabalhos relacionados com esta vaga e que descobriu a conhecida linha de BAVIC, que relacionava vários avistamentos ovni, ocorridos entre as localidades francesas de Bayonne e Vichy (daí o nome de BAVIC).

No presente texto irei abordar de forma superficial o impacto da vaga de 1954,
em Portugal, e muito especialmente as últimas ocorrências ovni neste ano de 2004, também centralizando-me no nosso país.
Tentarei ainda explicar o porquê de podermos estar na eminência, ou já a meio, de uma nova vaga ovni. 


No final especularei um pouco sobre o
fenómeno “vaga”, dentro da fenomenologia ovni, e ainda sobre os fenómenos ovni de uma
forma geral.

A Vaga de 1954 em Portugal

Como é normal, não foi só a França que foi “atingida” pelo crescimento anormal de avistamentos ovni e mesmo EI 3º Grau (Encontros Imediatos de 3º Grau – Hynek), durante o distante ano de 1954.
O nosso território nacional, incluindo as regiões autónomas, também teve um crescimento anormal de observações ovni e mesmo EI 3º Grau.
Consultando algumas das fontes disponíveis, com as quais construí o gráfico exposto abaixo, verificamos que as ocorrências ovni, no ano de 1954, começaram com dois EI 3º Grau, no mês de Maio, ocorridos na região norte do país.

[2] No mês de Junho não é referida
nenhuma ocorrência e no mês de Julho o cenário começa a alterar-se.
Nesse mês houve alguma actividade ovni, com um total de três avistamentos, centralizados sobre a região das Beiras Alta e Baixa. 

No mês de Agosto houve uma nova quebra, havendo um novo crescimento de ocorrências em Setembro, com culminação em Outubro, seguida de decréscimo em Novembro e término com o fim do ano.

Houve ainda um caso sem data definida, ocorrido durante o verão, na localidade algarvia de Olhão, onde foi observado um disco brilhante. O mês de Setembro ficou marcado pelo EI 3º Grau ocorrido no aeroporto da Ilha de Santa Maria, nos Açores, na noite de 20 de Setembro, tendo como protagonista o guarda nocturno Vitorino Lourenço Monteiro, que viveu uma experiência bastante insólita. Nessa noite pôde assistir à aterragem de um objecto charutóide na pista do aeroporto, de onde saiu um ser de aspecto completamente humano, que chegou a cumprimentar, com aperto de mão, o guarda, dirigindo-lhe ainda algumas palavras em língua estranha.
O ocupante do veículo voltou a entrar no mesmo e partiu.

Este caso foi incluído no Passaporte para Magónia, da autoria de Jacques Vallée.
É um caso bastante estranho, principalmente devido ao comportamento e aspecto demasiado humano do ocupante do ovni.
Este mês ficou também marcado pela fraude de Almaceda, nas imediações da Gardunha.
É no mês de Outubro que se verifica o pico da actividade nesse ano, coincidindo com a vaga ovni em França.
Nesse mês o aspecto dominante dos objectos observados, foi o de “charuto”, e várias vezes de charuto preto, havendo alguma correlação com o caso de 20 de Setembro.

Abaixo poderão observar o gráfico das ocorrências ovni, em Portugal, entre 1953 e 1954, sendo bastante perceptível a vaga ovni de 1954.
O gráfico expõe as ocorrências em bruto, ou seja, estão incluídos todos os casos, mesmo as confusões ou fraudes, o que neste caso não altera os valores, pois só existem duas ocorrências desse tipo.
Os dois casos, de Junho e Agosto de 1953, não têm data certa, podendo não ter ocorrido nesses meses. O caso de Agosto de 1954, não tem mês certo e o de 1955, do mesmo mês, também é indefinido.

Avistamentos em 2004 


O estudo dos ovni, no nosso país, sofreu uma quebra acentuada com a chegada do final da década de noventa.
Alguns grupos importantes, como a Associação Portuguesa de Pesquisa
OVNI (APPO) e a Comissão Nacional de Investigação do Fenómeno OVNI (CNIFO), acabaram por assistir à sua dissolução com a chegada do novo milénio.
Sendo assim, na actualidade, a investigação de campo, recolha de depoimentos ou informação sobre alguma ocorrência ovni em território nacional, passou a ser demasiado escassa, ou quase nula.
Com isto quero dar-vos uma imagem mais fiável do cenário actual da ovnilogia portuguesa.

E é esse cenário, que se vem sentindo nos últimos anos, mais um dos motivos pelos quais penso estarmos perante um acréscimo anormal de ocorrências ovni neste ano de 2004.
A lista dos casos de que tive conhecimento, e a qual exponho abaixo, refere-se a casos em bruto, ou casos
“virgens”, ou seja, avistamentos ovni que não tiveram uma investigação mais profunda.

Exceptuando alguns, os restantes são apenas pequenos avistamentos sem investigação posterior.

Lista de ocorrências de teor ovni em 2004 (até 1 de Agosto):

# 17 de Março de 2004, Bairro Alto Lisboa. Foi observado um objecto em forma de triângulo,
negro e com algumas luzes no interior do triângulo. Investigado pela APO.

# 10 de Abril de 2004, de noite, Fonte da Telha. Foi observado, durante algum tempo, um total
de três luzes, que executavam movimentos em ziguezague. Investigado pela APO.

# 26 de Abril de 2004, de noite, Guarda. Foi observado durante algum tempo uma luz
estacionária, semelhante a astro, e que mudava de cores. Informação da testemunha.

# Maio de 2004, Porto(?). Vídeo de luz avermelhada. Informação insuficiente.

# 11 de Maio de 2004, Figueira da Foz. A testemunha fez vídeo da observação, mas não tive a possibilidade de ver o resultado até ao momento.

# 16 de Maio de 2004, de noite, Portimão. Observado objecto luminoso, em deslocamento rápido, fazendo algumas evoluções, ao longe, e que parecia ter um aspecto de disco branco.
Informação de uma das testemunhas.

# 16 de Maio de 2004, ao crepúsculo, Cacém. Foto de fenómeno luminoso. Informação da testemunha.

# 30 de Maio de 2004, à tarde, Lisboa. Observado objecto negro, em evoluções. Informação de amigo da testemunha.

# 31 de Maio de 2004, à tarde, Barragem de Monte Novo, Évora. Foto de ovni, noticiada em vários meios de comunicação social.[3] Foto bastante curiosa, provavelmente uma das mais
interessantes alguma vez feita em Portugal.

# 1 de Junho de 2004, de noite, Portugal Continental e várias regiões de Espanha. O caso mais mediático dos últimos tempos. Observado em todo o país continental, com um grande número
de testemunhas e a horas diferentes. Detectado a horas diferentes em radar, filmado e fotografado. Possibilidade de vários objectos. Forma fusiforme, com rasto e foco potente.
Provavelmente um dos casos, senão o caso mais interessante da história ovnilógica do nosso país. Mais um apoio à possibilidade de vaga ovni.

# 4 de Junho de 2004, fim de tarde, Crel-Lisboa. Objecto com rasto. Feita foto com telemóvel, mas com resultado pouco satisfatório. Informação de irmã da testemunha.

# 7 (?) de Junho de 2004, de noite, Sacavém. Observado fenómeno luminoso pulsante, que executou ângulo de noventa graus. Informação da testemunha.

# 8 de Junho de 2004, de dia, Vendas Novas. Foto de objectos fantasma (não visto na altura). Consultar http://ovnis.esoterica.pt

# 11 de Junho de 2004, de noite, Vila Nova de Gaia. Observadas vários luzes durante algum tempo. Informação de NUFORC www.nuforc.org

# 25 de Junho de 2004, de noite, Coruche. Observada luz alaranjada em movimento.
Informação da testemunha.

# 26 de Junho de 2004, de madrugada, Cabo da Roca. Observado durante algum tempo luzes pulsantes (vermelho e branco), que deslocavam-se em sentidos norte-sul ou vice-versa. A certo momento dois dos fenómenos luminosos pareciam ir de encontro um ao outro, mas no final um deles desviou-se ascendentemente. As testemunhas participavam no Alerta OVNI 2004, que teve alguns participantes em Portugal, mas foi organizado no país vizinho. Na região da Ericeira estiveram vigilantes entre as 01h00 e as 02h00, mas não viram nada de anormal.
Foi feita foto que mostra anomalia. Informação de uma das testemunhas.

# 26 de Junho de 2004, de noite, Algoso-Vimioso. Possível queda de meteorito, com recuperação de vestígios do mesmo. Bolas de fogo. Uma das mesmas caiu e provocou incêndio. O caso não é muito normal, mas poderá tratar-se de algo perfeitamente identificável.
De salientar que nessa noite toda a península ibérica observava o céu, e não foi observado nenhum bólide de grandes proporções, que desse origem ao meteorito. No alerta ovni dessa noite foram observados alguns ovni em Espanha, e pelos vistos em Portugal também.
Informação dos média.[4]

# 27 de Junho de 2004, de noite, zona de Vila Real. O JN fala de duas luzes vermelhas observadas em vários localidades próximas de Vila Real, relacionando o facto com o meteorito
de Algoso.

# 28 de Junho de 2004, de noite, Porto. Observada luz avermelhada. Informação datestemunha.

# Julho de 2004, Ilha do Faial, Açores. Observados três discos em formação. Informação de forum Apovni http://apovni.proboards33.com Informação insuficiente.

# 2 de Julho de 2004, Ponte 25 de Abril, Lisboa. Ovni observado por vários automobilistas na Ponte 25 de Abril. Informação de Nuno Silveira-APO. Informação insuficiente.

# 3 de Julho de 2004, de dia, Lisboa. Observado ovni com névoa. Mesma testemunha do caso de 30 de Maio. Informação de amigo da testemunha.
# 4 de Julho de 2004, de madrugada, Beja. Observada luz branco-azulada. Informação da testemunha.

# 4 de Julho de 2004, de noite, Pontinha, Lisboa. Observada luz vermelha em movimento.
Possível confusão com helicóptero (final do Euro 2004). Informação da testemunha.

# 9 de Julho de 2004, de noite, Penafiel. Observada luz vermelha. Informação de primo da testemunha.

# 10 de Julho de 2004, de madrugada, Caparica(?). Observada luz branca em movimento rápido. Horas depois a testemunha observa luz idêntica na Ponte 25 de Abril.

# 10 de Julho de 2004, à tarde, Palmela. Observado objecto negro, ao longe. Possível confusão com avião de carga dirigindo-se para a base do Montijo. Observação pessoal.

# 21 de Julho de 2004, de noite, Paúl da Serra, Madeira. Caso extremamente interessante testemunhado por várias pessoas. Trata-se de uma resposta a sinais luminosos feitos durante
vários noites, utilizando uma lanterna potente. Sinais esses feitos em direcção ao céu nocturno.
Não deixe de ler o relato em www.ufogenesis.com.br

# 24 de Julho de 2004, de noite, Carcavelos. As mesmas testemunhas que observaram as luzes em 10 de Abril, voltaram a observar um fenómeno muito idêntico, à mesma hora, no mesmo dia de semana (sábado), e com comportamentos semelhantes (aos S’s). Informação de
Carlos Teixeira, amigo das testemunhas.

# 29 de Julho de 2004, de noite, Portimão. Observada luz, semelhante à estrela Antares, deslocando-se de Oeste para Este. Nenhum satélite, que tenha passado nessa noite sobre o
local, corresponde ao fenómeno observado.

O facto de serem quase todos protagonizados por pessoas mais próximas, ou seja, amigos, amigos de amigos, etc, é, a meu ver, mais um indício de que estejamos perante uma
vaga ovni, pois, caso contrário, não seria normal haver um tão grande número de avistamentos por parte de um universo tão pequeno de observadores.

Há a salientar ainda o facto de
algumas das testemunhas terem observado fenómenos insólitos mais de uma vez, veja-se o caso das testemunhas da Fonte da Telha e Carcavelos, que curiosamente observaram a mesma coisa, ou coisa muito semelhante.
Entrei em contacto com o investigador espanhol Javier Garcia Blanco, via mail, pouco depois do caso de 1 de Junho, tentando obter alguma informação sobre avistamentos ovni em Espanha e expondo-lhe a minha opinião de podermos estar perante uma vaga ovni.

Curiosamente o Javier Blanco, em resposta que me enviou, disse que também estava inclinado no mesmo sentido e no momento até estava a escrever um artigo sobre essa possibilidade, artigo esse que pode ser lido na revista ANO CERO.

Na fenomenologia ovni, é bastante evidente o fenómeno das grandes vagas. As mais famosas ocorreram em 1946, 1952, 1954, 1957, 1965, entre outros anos.
Mas a de 1954 foi mesmo uma das maiores, e este ano, mais propriamente no início de Outono, comemora-se os cinquenta anos sobre a sua passagem. Curiosamente parece que os ovnis também voltaram para comemorar.

É essa a questão que deveremos colocar neste momento: Será que estamos perante o início de uma nova vaga, semelhante à de 1954?

Já se especulou bastante sobre o porquê das vagas ovni, alguns relacionaram-no com a aproximação do planeta Marte à Terra, o que até pode fazer algum sentido (não esqueçamos a maior oposição de Marte da história, em 2003).
Alguns fazem alguma correlação entre a
actividade solar e número de avistamentos, teoria com a qual simpatizo um pouco.
Mas na verdade muito haverá ainda por investigar, na tentativa de perceber o porquê das vagas ovni e o porquê dos ovni em si.

Na verdade nem existe um fenómeno ovni, mas sim vários tipos de
fenómenos aéreos e também submarinos, de teor idêntico, de diversas origens e explicações.
Alguns de origem natural, mas num entanto, desconhecida, outros de origem natural conhecida, outros de origem humana, outros de possível origem extraterrestre inteligente, outros de origem inteligente, mas de possíveis mundos paralelos, etc.

Passados quase sessenta anos sobre o início da ovnilogia moderna (a partir de 1947), muito pouco se avançou no desvendar deste mistério... Existem muitos motivos para as coisas terem acontecido assim, motivos esses que provêem das nossas próprias características humanas, do nosso modo de ser e da nossa mente problemática. Pedir um esclarecimento imediato sobre todo este mistério que envolve os ovni, que já de si são fugidios, é pedir de mais, mas o pior é quando os entraves vêem da parte dos próprios ovnilogistas, o que infelizmente acontece com bastante frequência.

Como podemos desvendar um mistério penoso, quando nem nos conseguimos unir para esse efeito?

Conclusão
O presente texto, feito um pouco em cima do joelho, diga-se de passagem, não pretende impor nenhuma teoria ou opinião, mas somente expor as mesmas e tentar trazer mais alguma informação sobre a actualidade ovni no nosso país. Tendo em conta os últimos acontecimentos, relacionados com o tema, fazia todo o sentido um texto como o presente.

Agradeço a disponibilidade do espaço no site, fornecido pela Associação de Pesquisa OVNI (APO), e espero que a presente informação tenha sido útil ao leitor internauta.

[1] “Os OVNIs e a Vida no Universo”, Sánchez Bueno, Edições António Ramos, 1978; “OVNISem Portugal”, Joaquim Fernandes, editora Nova Crítica, 1978; “Os OVNI na Época Contemporânea”, Sánchez Bueno, Círculo de Leitores, 1992; PORTUCAT – Catálogo de casos ovni portugueses, Vítor Lourenço; Casuística em Portugal – PUFORA Algarve; Anomalia,Volume 1/1993, CNIFO.

[2] É possível haver algum equivoco nas fontes e tratar-se apenas de um caso e não dois, masinclino-me mais para a segunda possibilidade.

[3] Foi noticiado no dia 8 de junho de 2004, na TVI, SIC, Correio da Manhã e Diário de Notícias.

[4] Jornal de Notícias e SIC.

Excelente matéria desenvolvida por Filipe Gomes da extinta "SPO" Sociedade Portuguesa de Ovnilogia.

sexta-feira, 23 de março de 2018

O “OVNI” do Cabo Espichel- Portugal

Segundo uma lenda documentada em 1336, o culto da Senhora do Cabo do Cabo Espichel estaria relacionado com a observação por dois anciões que viram uma “estranha luz” que iluminava todo o cabo.

Lugares Inesquecíveis de Portugal
Paulo Loução
Eranos

A “estranha luz” segundo a lenda explicaria o trilho da mula que hoje se sabe ser apenas o testemunho fóssil de uma caminhada de sauropodes e gravada na pedra, mas pode também ser uma recordação da observação de um OVNI por parte da testemunha que terá observado o fenómeno, transpondo-o assim até à atualidade e enquadrando-o no cenário religioso que servia na época para explicar todas as anomalias que se observavam na natureza.
Fica a possibilidade…

Desvendado finalmente mistério da múmia extraterrestre chilena


Um estudo agora revelado permitiu concluir que a ATA, a pequena múmia chilena de aparência extraterrestre encontrada no deserto do Atacama em 2003, é o esqueleto de uma menina que nasceu prematura e com várias mutações genéticas.

Depois de no início do mês terem sido anunciados primeiros resultados de uma análise de ADN à misteriosa múmia de Nazca, no Perú, uma equipa de cientistas revelou agora detalhes sobre um outro mistério semelhante: a origem de ATA, a múmia chilena que nos últimos anos tem causado alvoroço na comunidade científica internacional.


Encontrada em 2003, no deserto do Atacama, a estranha forma do esqueleto, de apenas 15 centímetros, alimentou rumores de que seria extraterrestre. A hipótese foi rapidamente descartada pelos cientistas, mas várias questões permaneciam sem resposta.

O estudo da pequena múmia, cuja análise do material genético durou cinco anos, revelou que o esqueleto pertence a uma menina que teve várias mutações genéticas

Os resultados do estudo foram publicados esta quinta-feira no jornal Genome Research.
Segundo os investigadores, trata-se de uma criança prematura, que nasceu com diversas deformações nos ossos e crânio devido a uma série de mutações ligadas a nanismo e ao envelhecimento prematuro. 

Anteriormente, especialistas acreditavam que os ossos pertenciam a uma criança com idade entre seis e oito anos.
Os investigadores acreditam que Ata nasceu morta ou morreu logo após o nascimento. 

A análise revelou também que o esqueleto, encontrado no interior de uma bolsa de couro atrás de uma igreja, nasceu há menos de 40 anos.
Usando o ADN extraído da medula óssea da múmia, os investigadores fizeram uma análise completa do seu genoma, tendo conseguido determinar sem qualquer dúvida que a pequena múmia é humana, e até a sua origem geográfica. 


Ata é sul-americana, provavelmente da região andina.
De acordo com Garry Nolan, investigador da Universidade de Medicina de Stanford e um dos autores do estudo, a descoberta pode no futuro ajudar a descobrir tratamentos para pacientes com problemas nos ossos. “Talvez possa haver alguma forma de acelerar o crescimento dos ossos”, acrescentou o cientista, citado pelo The Washington Post.

Além do crânio visivelmente alongado e das cavidades oculares anormalmente grandes, uma das deformações mais notórias de Ata é o número de costelas: tem apenas 10 pares, quando o normal seriam 12.
“Todos nascemos com uma ou outra mutação. Tantas mutações como as que conseguimos identificar não são normais num só indivíduo, mas foi apenas uma questão de azar“, explica Garry Nolan.


Parece que a história das múmias após grande alarido pela imprensa mundial e pseudo investigadores que apoiavam a tese extraterrestre, cai por água como a sua reputação.
Ainda não foi desta.